O mundo passa por um processo de liberação sexual que atinge todos os níveis de classes sociais, raças e crenças. Atualmente, os ‘jogos de amor’ mudaram e os objetivos para se chegar ao orgasmo também.
Não basta só receber prazer. É necessário fazer com que o(s) parceiro(s) sinta(m) o mesmo. Muitas vezes, nestes jogos perigosos, o tesão é que vale uma medalha de ouro, prata ou bronze.
Quanto às modalidades, você escolhe! Tem para todo gosto e gênero, para homens e mulheres, sejam heterossexuais, homossexuais ou bissexuais. O que vale aqui é o prazer alcançado e propiciado.
O fetichismo, segundo os dicionários, pode ser considerado um desvio do interesse sexual para algumas partes do corpo do parceiro, para alguma função fisiológica ou para peças de vestuário, adorno, entre outros. Contudo, de acordo com seus adeptos, é muito mais do que isso. Chega a ser um frisson, uma tara, um desafio ou, até mesmo, uma atitude de amor.
No Brasil, há muitos adeptos dos mais diferentes fetiches sadomasoquistas, bondage e dominação, submissão, disciplina. A quantidade é tão diversa que fica difícil enumerar quem veio primeiro o ovo ou a galinha.
Para quem preferir variações menos radicais, há outros tipos de ‘brincadeiras eróticas’, como o swing (transa de casais – com ou sem troca dos parceiros – num mesmo local), o voyerismo (que consiste em assistir pessoas transando ou, simplesmente, trocando ou tirando a roupa), o exibicionismo (ao contrário do voyeur, o exibicionista gosta de mostrar seu sexo em locais públicos ou mesmo se despir ou transar para que outras pessoas possam ver), podolatria (pessoas que amam pés e que, em alguns casos, chegam até a esfregá-los em suas partes íntimas), zoofilia (sexo com a participação de animais), entre outros fetiches.
Ao longo da história, muitos fatos foram relatados e envolviam tais relações. A pesquisa sobre a diversificação e orientação sexual das pessoas é algo fascinante e curioso, por isso, esta coluna pretende desvendar e esclarecer algumas dúvidas sobre as mais variadas formas de se ‘fazer amor’. Confira, mas não esqueçam de usar camisinha e de se prevenirem contra doenças sexualmente transmissíveis, não só a Aids.
Ilidio Teixeira
Jornalista e Assessor de Imprensa