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| Fertilização in vitro Isso tem acontecido dessa maneira desde a origem dos tempos. Até que em 1978, o nascimento de Louise Brown na Inglaterra, representou um marco na história da humanidade. Era o primeiro "bebê de proveta", a primeira menina gerada fora do seio materno, com um método chamado de "fertilização In Vitro" (FIV). Foi o pontapé inicial dum caminho que revolucionou o enfoque sobre a reprodução. Atualmente, as técnicas de fertilização assistida complexas abrangem diversos tipos de tratamentos. | Estima-se que os casais com problemas de fertilidade são entre 15 a 20 % da população em idade reprodutiva. Nos Estados Unidos, 10 milhões dos adultos têm alguma dificuldade para atingir a gravidez. Está estipulado que 40 % das causas de infertilidade se devem ao homem, outra porcentagem igual à mulher e 20 % restante a uma combinação de ambos fatores ou a motivos inexplicáveis. Geralmente, a maioria das causas se combate com tratamentos baseados nos hormônios, antibióticos ou técnicas de implementação simples. "Em algumas situações inalteráveis - como a ausência ou o dano irreversível das Trompas de Falópio, a escassa ou nula fabricação de espermatozóides e a menopausa precoce, entre outras - como também em fracassos reiterados dos métodos mais simples de tratamento, é preciso apelar aos meios modernos para assistir a concepção", garante a Doutora Ester Polak de Fried, Presidenta da Sociedade Argentina de Esterilidade e Fertilidade (SAEF). A introdução artificial do esperma (inseminação artificial) é a técnica mais simples e consiste na introdução, por meio de recursos artificiais, dos espermatozóides (isolados do sêmen ejaculado) dentro do útero. Dessa maneira, consegue-se evitar o obstáculo do canal cervical e aproximar os espermatozóides de maior mobilidade e qualidade para o lugar da fecundação. O sêmen se processa no laboratório para conseguir os melhores espermatozóides e depois de algumas horas se faz a inseminação na mulher. Esse processo de inseminação não é doloroso, posto que o depósito dos espermatozóides se realiza intra-uterino ou por meio duma cânula, o que não representa moléstias para a mulher. A fertilização extracorpórea e a substituição embrionária são a conhecida Fertilização In Vitro (FIV): é um método de reprodução assistida no qual os espermatozóides e os óvulos se unem fora do corpo, numa cápsula de laboratório. Caso acontecer a fertilização, o embrião resultante é transferido para o útero, onde se implantará por si só. Tecnicamente, consiste na extração dos óvulos pela via vaginal com ecografia e a fecundação deles no laboratório. A mulher recebe um tratamento hormonal para estimular a ovulação da maior quantidade de folículos. A extração dos óvulos pela via vaginal se realiza com anestesia. Por outra parte, o homem extrai a amostra de sêmen e a fecundação se efetua no laboratório. Dois dias depois, realiza-se a transferência intra-uterina dum máximo de embriões, para impedir uma gravidez múltipla. O resto dos embriões conseguidos no laboratório pode se crio preservar para ser transferido em outro ciclo, caso nesse não conseguir a gestação. Durante a substituição artificial de espermatozóides e óvulos dentro das Trompas (GIFT), os óvulos e o esperma são botados numa cânula especial e são transferidos diretamente para uma ou ambas Trompas de Falópio durante a realização duma laparoscopia. Dessa maneira, entram em contato e a fertilização acontece na Trompa, do mesmo jeito do que a fertilização natural. Já fertilizado, o embrião viaja naturalmente para o útero. A injeção intracitoplasmática dum espermatozóide (ICSI) é um procedimento de micro manipulação de gameta. Utiliza-se para o tratamento da esterilidade masculina nos casos em que, a qualidade do sêmen não dá para a FIV ou nos homens sem espermatozóides no sêmen ejaculado, recuperando-os diretamente do testículo. Também, em caso de falhar a fecundação in vitro ou existir uma qualidade ruim dos óvulos. No laboratório, depois da estimulação da ovulação e o resgate de óvulos por meio da aspiração, fixa-se um óvulo e injeta-se um único espermatozóide recuperado, seja do ejaculado, ou seja, diretamente do testículo. Entre as 12 e 18 horas posteriores, confirma-se à fertilização e dois ou três dias depois, realiza-se a transferência embrionária, semelhante à descrita para a FIV. A inseminação artificial com sêmen de doador (IAD), realiza-se para a inseminação de mulheres sem parceiro ou quando o homem é portador de doenças congênitas que podem transmitir à sua descendência. Os doadores de sêmen devem ser estudados para descartar doenças transmissíveis, controlando-se, sobretudo a existência de anticorpos do VIH. Uma determinada amostra de sêmen é congelada durante 6 meses antes do seu uso. Somente depois do doador demonstrar negatividade depois do semestre de espera, a amostra é utilizada. Ao invés, a doação de óvulo se utiliza quando uma mulher tem menopausa prematura (radioterapia, quimioterapia, castração cirúrgica, quantidade limitada de óvulos de causa desconhecida, etc.); também caso possuir anomalias cromossômicas que pudesse transmitir à sua descendência; quando não respondem bem à medicação estimuladora do ovário ou fracassa repetidamente a FIV e nas mulheres com desejo de fertilidade e menopausa já estabelecida. A mulher receptora deve tomar uma medicação que proporciona a seu útero a capacidade de implantar os embriões transferidos e à doadora se lhe praticam os mesmos controles que se efetuam ao doador de sêmen para descartar doenças congênitas, defeitos congênitos ou doenças sexualmente transmissíveis. A introdução artificial do esperma (inseminação artificial) é a técnica mais simples e consiste na introdução, por meio de recursos artificiais, dos espermatozóides (isolados do sêmen ejaculado) dentro do útero. Dessa maneira, consegue-se evitar o obstáculo do canal cervical e aproximar os espermatozóides de maior mobilidade e qualidade para o lugar da fecundação. O sêmen se processa no laboratório para conseguir os melhores espermatozóides e depois de algumas horas se faz a inseminação na mulher. Esse processo de inseminação não é doloroso, posto que o depósito dos espermatozóides se realiza intra-uterino ou por meio duma cânula, o que não representa moléstias para a mulher. A fertilização extracorpórea e a substituição embrionária são a conhecida Fertilização In Vitro (FIV): é um método de reprodução assistida no qual os espermatozóides e os óvulos se unem fora do corpo, numa cápsula de laboratório. Caso acontecer a fertilização, o embrião resultante é transferido para o útero, onde se implantará por si só. Tecnicamente, consiste na extração dos óvulos pela via vaginal com ecografia e a fecundação deles no laboratório. A mulher recebe um tratamento hormonal para estimular a ovulação da maior quantidade de folículos. A extração dos óvulos pela via vaginal se realiza com anestesia. Por outra parte, o homem extrai a amostra de sêmen e a fecundação se efetua no laboratório. Dois dias depois, realiza-se a transferência intra-uterina dum máximo de embriões, para impedir uma gravidez múltipla. O resto dos embriões conseguidos no laboratório pode se crio preservar para ser transferido em outro ciclo, caso nesse não conseguir a gestação. Durante a substituição artificial de espermatozóides e óvulos dentro das Trompas (GIFT), os óvulos e o esperma são botados numa cânula especial e são transferidos diretamente para uma ou ambas Trompas de Falópio durante a realização duma laparoscopia. Dessa maneira, entram em contato e a fertilização acontece na Trompa, do mesmo jeito do que a fertilização natural. Já fertilizado, o embrião viaja naturalmente para o útero. A injeção intracitoplasmática dum espermatozóide (ICSI) é um procedimento de micromanipulação de gameta. Utiliza-se para o tratamento da esterilidade masculina nos casos em que, a qualidade do sêmen não dá para a FIV ou nos homens sem espermatozóides no sêmen ejaculado, recuperando-os diretamente do testículo. Também, em caso de falhar a fecundação in vitro ou existir uma qualidade ruim dos óvulos. No laboratório, depois da estimulação da ovulação e o resgate de óvulos por meio da aspiração, fixa-se um óvulo e injeta-se um único espermatozóide recuperado, seja do ejaculado, ou seja, diretamente do testículo. Entre as 12 e 18 horas posteriores, confirma-se à fertilização e dois ou três dias depois, realiza-se a transferência embrionária, semelhante à descrita para a FIV. A inseminação artificial com sêmen de doador (IAD), realiza-se para a inseminação de mulheres sem parceiro ou quando o homem é portador de doenças congênitas que podem transmitir à sua descendência. Os doadores de sêmen devem ser estudados para descartar doenças transmissíveis, controlando-se, sobretudo a existência de anticorpos do VIH. Uma determinada amostra de sêmen é congelada durante 6 meses antes do seu uso. Somente depois do doador demonstrar negatividade depois do semestre de espera, a amostra é utilizada. Ao invés, a doação de óvulo se utiliza quando uma mulher tem menopausa prematura (radioterapia, quimioterapia, castração cirúrgica, quantidade limitada de óvulos de causa desconhecida, etc.); também caso possuir anomalias cromossômicas que pudesse transmitir à sua descendência; quando não respondem bem à medicação estimuladora do ovário ou fracassa repetidamente a FIV e nas mulheres com desejo de fertilidade e menopausa já estabelecida. A mulher receptora deve tomar uma medicação que proporciona a seu útero a capacidade de implantar os embriões transferidos e à doadora se lhe praticam os mesmos controles que se efetuam ao doador de sêmen para descartar doenças congênitas, defeitos congênitos ou doenças sexualmente transmissíveis.Fertilização Em cada ciclo crescem vários folículos, dos quais apenas um se desprenderá de seus ovários durante o período de ovulação. O ovo passa pelas trompas de Falópio onde milhões de espermatozóides ejaculados vão tentar penetrá-lo. Apenas um deles vai conseguir fecundar o ovo. O espermatozóide que fecundar o ovo vai determinar o sexo do seu bebê. A célula resultante se chama zigoto e já contém o seu DNA e o do pai. O zigoto se divide e, em 3 ou 4 dias, se converte em um conjunto de células que, dentro de mais 3 dias, fará um ninho no seu útero. Agora ele muda de nome e se chama blastócito. In Vitro 1- Estimulados por medicamentos hormonais, os óvulos deixam os ovários e são capturados por aspiração, numa operação que dura poucos minutos e não causa nenhum trauma à paciente. 2- No sêmen do futuro pai, os biólogos selecionam apenas os espermatozóides mais aptos para a fecundação. Entre eles, um será escolhido para ser injetado dentro do óvulo. 3- Esta técnica revolucionou o tratamento da infertilidade. Uma injeção certeira de espermatozóide no interior do citoplasma do óvulo dá início ao desenvolvimento do embrião. 4- O primeiro sinal de desenvolvimento é uma divisão do embrião em duas células. Depois, quatro. Oito. No terceiro dia, é hora de os embriões serem implantados em seu ambiente - o útero materno. 5- Enfim, o embrião - ou mais de um - se aninha nas paredes do útero, dando início à gravidez. É o momento que o casal esperava há anos. Para eles, a ciência foi uma mãe. 6- O sonho materializado. A gestação de um bebê - tão ansiosamente aguardada pelo casal infértil - é sempre um período de rara felicidade. |
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